As inseguranças alheias se suprindo, revelarão as minhas?
Como tantas vezes antes, nos vários grandes amores de cada um.
Da-a sua vida.
26 de junho de 2012
24 de junho de 2012
21 de junho de 2012
14 de junho de 2012
Ministério da Saude Adverte: Fim de semestre faz mal a saude
" '(...)Maybe, maybe, dear, I guess I might have done something wrong, Honey, I'd be glad to admit it (...)'. Hoje vi os meninos besouros na jukebox, ali, o cabeludinho, tão vivinho. Penso em trabalhar com filmes, talvez seja o melhor modo de preservar esse efêmero. Droga, devia ter contado quantas cervejas foram. Vou jantar e me calo com a boca de feijão..." (BERNARDO, Sarah, 2012, 2h30AM)*
*Estudando Microbiologia
Meus bebes, nessa rotina não tenho tempo pra falar com vocês. Tenho dormido em media de três horas por dia, minhas compras rotineiras se baseiam em redbull, flying horse, uma lata de leite condensado e um maço de tostados, da melhor cor. Ganhei uns belos quilos, mas estou perdendo na mesmo velocidade, sorte que tenho a Jéh que me faz jantas e me arranca do computador, hoje ela fez batata recheada. Nunca quis tanto uma greve. Preciso deitar na rede de maripora cozinhar cogumelos com vocês. Eu e minha olheira (que esta quase pagando passagem no ônibus) nunca sentimos tanta saudade. Amo vocês demasiadamente.
Att, Jackie
*Estudando Microbiologia
Meus bebes, nessa rotina não tenho tempo pra falar com vocês. Tenho dormido em media de três horas por dia, minhas compras rotineiras se baseiam em redbull, flying horse, uma lata de leite condensado e um maço de tostados, da melhor cor. Ganhei uns belos quilos, mas estou perdendo na mesmo velocidade, sorte que tenho a Jéh que me faz jantas e me arranca do computador, hoje ela fez batata recheada. Nunca quis tanto uma greve. Preciso deitar na rede de maripora cozinhar cogumelos com vocês. Eu e minha olheira (que esta quase pagando passagem no ônibus) nunca sentimos tanta saudade. Amo vocês demasiadamente.
Att, Jackie
7 de junho de 2012
1 de junho de 2012
No dia do pagamento, continuei encaixotada feito fruta verde.
Ela veio, eu a guiei.
Vi o tombo de suas lágrimas familiares, e decidi trocar o disco pelo silêncio.
Síndrome do ninho vazio?
Minha nossa...
Como uma das causas, fui sentenciada.
Foi maravilhoso tê-la aqui.
Perdão pelo cigarro, mas você cresceu.
O Shiraz coloriu teus cabelos e pele.
Notei em demora.
Tem os dedos para teclas brancas e pretas, só precisamos consertá-las.
Você presta atenção no que penso e digo. Obrigada, mas posso estar bêbada.
Da próxima vez, não haverá surto relacionado ao da Rainha Elizabeth.
Não desista das lingeries.
Obrigada por beber, e engolir melodias.
P.
Ela veio, eu a guiei.
Vi o tombo de suas lágrimas familiares, e decidi trocar o disco pelo silêncio.
Síndrome do ninho vazio?
Minha nossa...
Como uma das causas, fui sentenciada.
Foi maravilhoso tê-la aqui.
Perdão pelo cigarro, mas você cresceu.
O Shiraz coloriu teus cabelos e pele.
Notei em demora.
Tem os dedos para teclas brancas e pretas, só precisamos consertá-las.
Você presta atenção no que penso e digo. Obrigada, mas posso estar bêbada.
Da próxima vez, não haverá surto relacionado ao da Rainha Elizabeth.
Não desista das lingeries.
Obrigada por beber, e engolir melodias.
P.
25 de maio de 2012
22 de maio de 2012
21 de maio de 2012
E amanheça de cabeça dentro dela
Oh, meus farsantes poliglotas.
Deste lado do farol, a ruiva sozinha tocava a velha jukebox duvidosa.
Conversa de bar, botas batidas, como magnetismo os poetas se encontram, juntando as mesas.
O artista declamante, farsante.
"A batida do meu coração", no all star. Azul, que pareço me apegar. "Muito prazer".
A pele marcada de chumbo. Chumbo-branco não matou o velho pintor, mas pesa nas veias do menino. Que belos verdes você tem.
Antigo costume, o bloco de notas. "Você é poeta?" Não, só me esqueço fácil.
Ah, minhas terças-feiras, pós modernistas, amanhecidas mais que duras vocês são.
Deste lado do farol, a ruiva sozinha tocava a velha jukebox duvidosa.
Conversa de bar, botas batidas, como magnetismo os poetas se encontram, juntando as mesas.
O artista declamante, farsante.
"A batida do meu coração", no all star. Azul, que pareço me apegar. "Muito prazer".
A pele marcada de chumbo. Chumbo-branco não matou o velho pintor, mas pesa nas veias do menino. Que belos verdes você tem.
Antigo costume, o bloco de notas. "Você é poeta?" Não, só me esqueço fácil.
Ah, minhas terças-feiras, pós modernistas, amanhecidas mais que duras vocês são.
11 de maio de 2012
azedume
A tampa do quadrado da linha branca que eu despedacei.
O dinheiro que ela diz que agora devo.
O gemido de dor com o qual meu orgulho não me impede de me preocupar.
O travesseiro que eu pus entre as pernas dela.
O meio termo que a gente não encontra.
As coisas que eu quero arrumar.
A procrastinação e preguiça que me contagiaram.
Os braços em que eu costumava me envolver.
O amor e ódio e respeito repentinos e familiares.
A distância.
R.
O dinheiro que ela diz que agora devo.
O gemido de dor com o qual meu orgulho não me impede de me preocupar.
O travesseiro que eu pus entre as pernas dela.
O meio termo que a gente não encontra.
As coisas que eu quero arrumar.
A procrastinação e preguiça que me contagiaram.
Os braços em que eu costumava me envolver.
O amor e ódio e respeito repentinos e familiares.
A distância.
R.
10 de maio de 2012
Como estão?
Depois da viagem, me desaguei num chão de urina diferente do conhecido. Percorrendo as ruas logo amanhecidas com cheiro de pão e cigarro, esse céu azul me arde os olhos a pouco garoados. Como a avenida é bela de longe! Encontrando a torre, passo a chave enfim certa. Sentindo o chão quente do espaço que agora ficou tão convidativo. Os pingos gelados do chuveiro me escorrem as costas. E então, atrasada, o sushi com torrada na corrida de atravessar a rua, me faz pensar, por ventura, como é bom sair de casa.
2.05.2012 - 6:00 AM
Chegando na capital dos botecos que fecham cedo direto para a aula. Que absurdo.
2.05.2012 - 6:00 AM
Chegando na capital dos botecos que fecham cedo direto para a aula. Que absurdo.
17 de fevereiro de 2012
16 de fevereiro de 2012
Necessidade
Chorei pela ideia de outros olhos te afagando.
Se essa saudade me corta do outro lado da cama, é porque ja não mais me mantenho em mim minha calma. Mesmo que o aperto seja grande, é transpassado, alojado em belas covas. Quando a distancia se multiplica pelo silencio, te puxo da cadeira me encaixando em teus ombros. Me formiga a garganta com essa sensação que conhecemos bem, varias vezes repetidas. Quem diria, a posse assim tão descarada. Eu te amo.
Jack, com saudade
Se essa saudade me corta do outro lado da cama, é porque ja não mais me mantenho em mim minha calma. Mesmo que o aperto seja grande, é transpassado, alojado em belas covas. Quando a distancia se multiplica pelo silencio, te puxo da cadeira me encaixando em teus ombros. Me formiga a garganta com essa sensação que conhecemos bem, varias vezes repetidas. Quem diria, a posse assim tão descarada. Eu te amo.
Jack, com saudade
6 de outubro de 2011
this picture
Toda perda de controle é um espetáculo. Nesse caso, tornou-se uma cruzada por toda e qualquer representação fálica, um forte desejo pela natureza criadora djclubiana, pubiana. Representando a Pura Como Um Lírio, tomando conta da inexistente impotência alheia, distorcendo-a — é a não-virgem-não-suicida, injetando gazetridão.
E ainda agora claramente uma matrioshka fora de sua exterior, com seus planos em execução na ausência do empacotado(r).
O que há de errado nessa imagem?
R.
E ainda agora claramente uma matrioshka fora de sua exterior, com seus planos em execução na ausência do empacotado(r).
O que há de errado nessa imagem?
R.
17 de junho de 2011
Pois sim. Eletricidade geralmente se esvai rapidamente. No retorno dela, quando o LED voltou a funcionar, até
notei alguns pieguismos, mas, ao fim e ao cabo, só pude analisá-los todos tarde da noite (ou madrugada).
5 semanas. Não consigo evitar me deixar afetar, mesmo sabendo que não passa de besteira e tendo, há tempos, conhecimento de seu complexo.
Toda a coisa é bem simples — toda tentativa de contato parte de mim e, não obtendo sucesso, não admito passar a me sentir como se tivesse voltado aos meus onze anos.
Não cortei nenhuma corda, as escalas ainda esperam por você, mas esperam — e só.
R.
28 de maio de 2011
21 de maio de 2011
Não há, ainda, abertura, neste terreno, para o artifício da indiferença — antes houvesse.
Ele, o artifício, é o dote dos seres que crescem friamente desafeiçoados, ou livremente esclarecidos, sabendo quase desde sempre para onde florescer ou apontar, procurando por mais sol, mais chuva, mais terra; escalando muros e trepando em árvores (vivas e mortas), não afetando-se, engrandecendo-se.
Aqui, neste terreno, vê-se o aferro, a tenacidade, a constância; não frutos ou fertilizantes: pedregulhos secos e ervas daninhas, porque são súditos da ternura, do afeto e da paixão. Vê-se o mato e o silvado, rasteiros e escassos, não arriscando, sempre murchando, a não ser quando o trovão não distingue o rijo e áspero, no íntimo, frágil, do brando e tenro, deveras possante.
Não há, ainda, abertura, neste terreno, para o artifício da indiferença — na próxima enxurrada, talvez.
R.
Minha própria mãe me concretizou, abusou. Me transformou.
Minha bioquimica se foi. Antes voava, agora — sujeita a gravidade — eu caio, eu quebro.
Física, eu coexisto. Inerte. Inércia. Inercio.
Em segredo, ela apareceu com meu número. Me numerou. Trabalho.
"Bem vinda ao mundo", ela disse. Que mundo? Agora sou pessoa física. Minha mãe me fez um CPF.
haha J
Minha bioquimica se foi. Antes voava, agora — sujeita a gravidade — eu caio, eu quebro.
Física, eu coexisto. Inerte. Inércia. Inercio.
Em segredo, ela apareceu com meu número. Me numerou. Trabalho.
"Bem vinda ao mundo", ela disse. Que mundo? Agora sou pessoa física. Minha mãe me fez um CPF.
haha J
8 de maio de 2011
29 de abril de 2011
Student class hero
Título admissível.
A canção do João não perderia sentido algum, nem sonoramente. rs
P.
A canção do João não perderia sentido algum, nem sonoramente. rs
P.
18 de abril de 2011
Nova Veia
D - Que veia saltada você tem aqui.
J - É pra te sentir melhor.
Minha avó acariciando minha cicatriz enquanto se segura em mim.
J - É pra te sentir melhor.
Minha avó acariciando minha cicatriz enquanto se segura em mim.
10 de abril de 2011
9 de abril de 2011
5 de abril de 2011
Relato ante avaliação
Estou indo em direção a instituição escolar.
Acho que nunca mais vou terminar um suhsi em um minuto e alguns segundos.
Se eu falhar, vou me exilar (brincadeira), apesar dessa não ser a forma justa de avaliar um ser sem luz.
Façam preces a Bob Esponja, aos deus e desdeuses.
Estou indo preparada, só preciso de minha metralhadora.
Pagu.
Acho que nunca mais vou terminar um suhsi em um minuto e alguns segundos.
Se eu falhar, vou me exilar (brincadeira), apesar dessa não ser a forma justa de avaliar um ser sem luz.
Façam preces a Bob Esponja, aos deus e desdeuses.
Estou indo preparada, só preciso de minha metralhadora.
Pagu.
25 de março de 2011
20 de março de 2011
15 de março de 2011
W.
Ele anotou em azul, enquanto elogiava, "pela melhora, parabéns".
Não, eu não melhorei, eu aprendi. Os rasgos estão, mas por baixo, os riscos invisíveis.
Vocês me ensinaram - bons educadores- essa politica da boa vizinhança. Eu me escondo e tudo fica certo. Veja bem, eu cubro meus braços e você e da pontos.
Me deu um 10, obrigado, não.
j
Não, eu não melhorei, eu aprendi. Os rasgos estão, mas por baixo, os riscos invisíveis.
Vocês me ensinaram - bons educadores- essa politica da boa vizinhança. Eu me escondo e tudo fica certo. Veja bem, eu cubro meus braços e você e da pontos.
Me deu um 10, obrigado, não.
j
13 de março de 2011
mi amigo, koLeon
I got a friend
Shows me all the good times
Tells me I look better
Chews me up and spits me out
And then walks my ass home
And sings a song
When I'm gone, gone, gone
My little friend
Shoots me up and downtown
When I cant get me drunk enough
She pick me out the pieces
Of a place I call home
To sing a song
Till I'm gone, gone, gone
Gone, gone, gone
I've got a friend
Who helps me to get up again
Showers me in boozes
Tells me I've got a big ole dick
And she wants my ass home
To sing a song
Till I'm gone, gone, gone
Gone, gone, gone
Shows me all the good times
Tells me I look better
Chews me up and spits me out
And then walks my ass home
And sings a song
When I'm gone, gone, gone
My little friend
Shoots me up and downtown
When I cant get me drunk enough
She pick me out the pieces
Of a place I call home
To sing a song
Till I'm gone, gone, gone
Gone, gone, gone
I've got a friend
Who helps me to get up again
Showers me in boozes
Tells me I've got a big ole dick
And she wants my ass home
To sing a song
Till I'm gone, gone, gone
Gone, gone, gone
10 de março de 2011
9 de março de 2011
Oi
Como vai a vida?
Eu escovei os dentes hoje e lembrei de você, peguei seu costume estranho.
Eu andei de metro e lembrei de você, aquele chão que a gente dormiu.
Eu comi pizza e lembrei de você, aquela que eu nunca te fiz.
Eu dancei na rua e lembrei de você, que nem a gente fazia pra prolongar a volta pra casa.
Eu atendi o celular e lembrei de você, tantas vezes na esperança de ouvir tua voz.
Eu corri e lembrei de você, sumindo nas curvas por ai.
Eu tomei banho e lembrei de você, que não estava la.
Eu lembrei, e chorei e lembrei de você, que não estava por perto pra me acalmar.
Eu acendi um sushi e lembrei de você, que tantas vezes me fez tragar.
Eu pintei meu olho e lembrei de você, borrando tudo de novo.
Eu peguei a estrada e lembrei de você, tu não ia comigo?
Eu penteei o cabelo e lembrei de você.
Eu prendi a caneta e lembrei de você
Eu subi no onibus e lembrei de você.
Eu sentei no sofa e lembrei de você.
Eu me vesti e lembrei de você.
Eu tremi tanto que lembrei de você.
Eu morri de novo e lembrei de você
Não venha me dizer que é pra eu te esquecer, porque meu amor, não rola.
Eu escovei os dentes hoje e lembrei de você, peguei seu costume estranho.
Eu andei de metro e lembrei de você, aquele chão que a gente dormiu.
Eu comi pizza e lembrei de você, aquela que eu nunca te fiz.
Eu dancei na rua e lembrei de você, que nem a gente fazia pra prolongar a volta pra casa.
Eu atendi o celular e lembrei de você, tantas vezes na esperança de ouvir tua voz.
Eu corri e lembrei de você, sumindo nas curvas por ai.
Eu tomei banho e lembrei de você, que não estava la.
Eu lembrei, e chorei e lembrei de você, que não estava por perto pra me acalmar.
Eu acendi um sushi e lembrei de você, que tantas vezes me fez tragar.
Eu pintei meu olho e lembrei de você, borrando tudo de novo.
Eu peguei a estrada e lembrei de você, tu não ia comigo?
Eu penteei o cabelo e lembrei de você.
Eu prendi a caneta e lembrei de você
Eu subi no onibus e lembrei de você.
Eu sentei no sofa e lembrei de você.
Eu me vesti e lembrei de você.
Eu tremi tanto que lembrei de você.
Eu morri de novo e lembrei de você
Não venha me dizer que é pra eu te esquecer, porque meu amor, não rola.
1 de março de 2011
Comecei novamente minha vida estudantil. Não que tenha ficado muito tempo parada, a ponto de esquecer como era tudo isso, mas voltei de uma maneira diferente: Agora é faculdade. Sim, num ritmo doido logo pra começar, perdendo por ai muitas noites bohêmias pela vida, por enquanto, que fique bem claro! Foi bem estranho logo de cara descobrir que não havia nenhuma matéria que não gostava na grade (e na prática) do curso, tendo em vista isso, minha primeira impressão foi com Nanami, professora de Língua Portuguesa. Baixinha, magrela, japonesa, hiperativa, que usava um vestido pink e um brinco de flor. Após algumas apresentações, ela começou passar alguma coisa de matéria. Dizia que as pessoas estão com a mania de falar "Eu tinha chego em tal lugar" ao invés de "Eu tinnha chegado em tal lugar", e que não sabia daonde tinha vindo essa mania, nem quando as pessoas começaram a se confundir. Seu próximo exemplo foi o seguinte, " Se uma mulher fala: Eu tinha falo,ao invés de, eu tinha falado, complica, né? Pois assim se desconfia se ela realmente é uma mulher!"
Essa professora Nanani e seu saco de maldades, viu? rsrs
Caju
Essa professora Nanani e seu saco de maldades, viu? rsrs
Caju
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